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Tarja Branca nos faz lembrar como brincar era um baita remédio

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  E ai, beleza?! A dica de hoje saiu de uma sugestão da Gama Revista, que semana passada veio com uma newsletter com o tema “Como foi a escola?” Bem apropriado, né. Já tem gente que teve ir para a escola, outras começarão o ano de estudar nos próximos dias. De lá, me interessei pela recomendação Tarja Branca – A Revolução que faltava. É daquelas coisas que, tive a sorte de encontrar antes tarde do que nunca. Um documentário produzido há quase dez anos (2014), dirigido por Cacau Rhoden, com roteiro de Marcelo Nigri. Em 1 hora e 20 minutos o documentário tem como partida o brincar, o brinquedo. Sua magia, a sensação de liberdade, o sair dessa robotização. Depoimentos para todos os gostos: José Simão, Alberto Ikeda, Domingos Montagner, Wandi Doratiotto, Antônio Nóbrega, entre muitos nomes conhecidos. Outros, nem tanto, mas com o mesmo peso e conhecimento. Em especial, deu uma sensação boa a energia de Lydia Hortelio. A professora de música e pesquisadora baiana é daquelas que transcen...

Piedade. É a dica

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  Fernanda Montenegro, Matheus Nachtergaele, Irandhir Santos, Cauã Reymond… A dica da vez tem esse povo. Tem trilha sonora assinada por Jorge Du Peixe – do Nação Zumbi, música do Lirinha (do Cordel do Fogo Encantado). E, direção de Cláudio Assis. Piedade. Só vi o filme no fim do ano passado, eu acho. Ou começo deste ano. Foi antes do Carnaval - o de fevereiro. Ia passar em um canal por assinatura -sério, não lembro qual – e vi lá esse povo todo nas informações e resolvi gravar. Muito bom. Longe de ser um desperdício de talentos. Além da lenda muito viva Fernanda Montenegro (dá para cravar como a maior atriz brasileira de todos os tempos), os demais citados no começo do texto estão bem também. Bora lá, se você não assistiu, o filme gira em torno da ficcional Piedade, uma pequena cidade que vira alvo de interesse de uma petroleira, a Petrogreen. Especificamente em uma região onde mora um povoado de pescadores e tal, aonde encontra-se o bar Paraíso do Mar, na praia da Saudade.  ...

Ver ou não ver Anna, eis a questão

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  Filmar com teatro de pano de fundo é difícil. Se a “desculpa” é encenar Shakeaspeare, então… e, por cima, em terra brasilis, longe de nomes nem tão conhecidos, e que mistura relações abusivas e/ou problemáticas ainda por cima. Tenso hein... Aviso, se não gostar dessa produção dirigida por Heitor Dhalia , sem problemas. Lançado em 2019, tropecei neste longa de pouco mais de uma hora e meia, no fim do ano passado, no Canal Brasil. Dei uma pesquisada e, foi mal, não tenho certeza em qual streaming ou serviço on demand dá para achar a produção. Então, o elenco traz Boy Olmi como Arthur, um diretor de teatro que quer porque quer provar que consegue montar uma peça: Hamlet. Ele tentou um tempo atrás e não deu certo. Daí que, é daqueles diretores tão geniais quanto exigentes. Até demais. Saca, aqueles métodos sinistros de gritar pacas, que gosta de mexer com o emocional dos seus comandados. Sei lá, quem sou eu na conta da Merda!, porém este tipo de “chefe das antigas” - como alguns pref...