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Enxame fala de fã-natismo e coisas más. É a dica da vez

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Reprodução E ai. Beleza?! A dica da vez é Enxame, lá da Prime Vídeo. Uma série de sete episódios lançada em março deste ano. Na real, eu pincei a sugestão lá do podcast Resumido , feito pelo Bruno Natal, se não me engano, mês passado. Se você se interessa sobre como a tecnologia impacta geral, eu recomendo. É bastante informação a cada episódio semanal. Então, Enxame (Swarm), tem uns quatro diretores. Adamma Ebo, Ibra Ake, Stephen Glover, e Donald Glover. Este último, se não reconhece pelo nome, se ver a carinha dele talvez você mate a charada. Ele também é, entre outras coisas rapper, e ator. Lembrei dele por causa do Community, mas é conhecido por mais gente por Atlanta – este não vi nada. Enxame tem como protagonista Dominique Fishback na pele de Dre. Ela é uma fã obcecada pela pop star Ni'Jah, tanto que criou o fã-clube intitulado The Swarm (O Enxame). O ponto de partida é que ela consegue um par de ingressos (certamente, caro pra caramba) para o show de sua diva, e a vontade d...

Invasão Zumbi é dica de pai para pai

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  E aí, beleza?! Tempinho atrás, gravei meio sem querer um filme sul-coreano. Passaria em um canal a cabo. Esqueci qual era. Pode me zoar. Invasão Zumbi, ou Train to Busan, ou Busanhaeng (original). De 2016, direção de Yeon Sang-ho. Na real, era uma tarde/noite de um fim de semana qualquer do último mês de 2022. Espalhado em uma cadeira da sala, com os pés em outra cadeirola, sem muita expectativa. Baita engano. Invasão Zumbi está longe de ser apenas um filme de quase duas horas calcado na manjada (e por vezes suficiente) fórmula de mortos vivos aterrorizem uma galera à base de muito sangue. Olha, para mim que sou pai ainda por cima, é um dos melhores thrillers que assisti nos últimos anos. Tudo bem, como se pode notar, faz algumas primaveras que auto alijei deste tipo de gênero. Só que, sei lá, este longa-metragem que é rodado – sem trocadilho – boa parte em cenário imaginado sobre trilhos consegue ir além de uma produção ação/terror convencional. Se ainda não assistiu, resumidame...

Melancolicamente som, o segundo do Portishead faz 25 anos

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  Olha, é difícil definir o estilo de som do Portishead. A voz de Beth Gibbons é singular, de repente te leva a uma viagem interior. Em mais um aproveitamento de ano redondo (ou não), a dica é o álbum homônimo desse pessoal. O segundo, lançado em 1997, bodas de prata para o disco de 11 músicas. Muitas delas, boas para estes dias frios, ou que você tá meio assim, sabe, ao léu, ou a fim de ficar na sua. Enfim, pular carnaval ou agitar reunião de amigos pode ser meio complicado. Este disco saiu depois de três anos do primeiro trabalho do grupo, que ainda conta com Geoff Barrow, bateria, samples e adjacências, e Adrian Utley, nas cordas, o Dummy, de 1994, bom pacas. E antecedeu o Third, o terceiro disco feito em estúdio que saiu só em 2008. Então, para muitos, o álbum homônimo ficou meio ofuscado por causa do antes e o do depois. É, decidi por o “muita gente” após ver que só no Spotify, a banda tem dois milhões de ouvintes mensais. E eu achando que quase ninguém conhecia o grupo que ...

A dica da vez é Jogo do Bicho na cabeça

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  Quer saber pelo menos um pouco do que o Brasil virou, vai virar, ou tá virando, a depender do seu ponto de vista? Lei da Selva – A História do Jogo do Bicho te dá um Rio de pistas. Com direção de Pedro Asbeg, assisti pelo Canal Brasil, tem no Now (da Claro TV), mas tem também na Globoplay . O documentário tem quatro episódios e narração de Marcelo Adnet. Um aviso: se aparecer alguns trocadilhos perdidos por aí, foi mal. É que é difícil tratar de Jogo do Bicho sem uma certa dose de, sei lá, não achei a palavra certa. Vai assim mesmo, deve ser um sinal de sorte. Outro aviso: Creio que nem precisava, mas vai lá: quem apoia esse desgoverno federal, melhor parar por aqui. Posto isso, comecei a assistir Lei da Selva já consciente de suas boas credenciais. Embora, sem ler nada mais aprofundado sobre o documentário calcado em muita informação, muito jornalista bom, muita gente boa. Pô, só de ter o Luiz Antônio Simas já é um peso e tanto. Tem carnavalesco, vendedor, policial civil aposent...

Há 40 anos, ganhava forma o Public Enemy. O resto é história

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  E eis que o Public Enemy faz 40 anos neste 2022. Sem dúvida, um dos maiores nomes do rap da história. É… faça a coisa certa e dê uma escutada. Se já conhece, vale a pena dar um remember. Não lembro exatamente a primeira vez que tive contato com o som de Chuck D, Flavor Flav, com Terminator X nas picapes. Uma coisa, eu sei, lá pelos 11, 12 anos, comprei a fitinha K7 do icônico álbum It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back, de 1988.  Caraca, se Run DMC ficou conhecidão mundo afora pela parceria com o Aerosmith que resultou em Walk This Way , esse trampo do Public Enemy fez o então garoto que gosta bastante de rap e rock arrepiar com os samplers movidos a batidas e riffs (Slayer pacas) provocados pelo produtor Rick Rubin – figurinha carimbada no metal e afins. Outra hora falaremos mais desse álbum. Os novaiorquinos de Staten Island – aliás, essa região também faz parte da área de outro nome forte do hip-hop, o Wu-Tang-Clan – tem muito som bom. Em 1989, os caras se tornar...

O som do Francisco, El Hombre merece uma ouVIDA

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  “Se o vento te levou o tempo é sua morada Se o vento te levou o tempo é sua morada Não vou esquecer Não vou esquecer Vou te celebrar Não vou esquecer Vou te celebrar Não vou esquecer Vou te celebrar” Esse é o fim da letra da música O tempo é sua morada. Pois, é. Pode mandar um, “você não conhecia?”. Tropecei nesta canção dias destes enquanto zapeava de canal, e parei em um programa na Music Box Brasil. Deixei por lá, e ouvia da cozinha, enquanto aprumava uma janta. De repente, toca o clip. Putz, que massa. Ow, bem interessante este trampo do Francisco, El Hombr e. Pesquisa mequetrefe, a banda começou com dois irmãos mexicanos que se mudaram para o Brasil nos anos 2000. Daí, salto temporal, em Campinas-SP, no ano de 2013, Sebastián e Mateo Piracés-Ugarte, e mais três brasileiros formaram a Francisco, El Hombre. Cara, não vou dizer que fazem um som inédito, novo e tal. Tá mais para uma mistura de música latina, boa percussão, guitarras que em algumas faixas me lembram até daqueles ...