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Homens riem com Machos Alfa. Mulheres são gargalhadas

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Foi mal - Putz, agora que eu vi. Errei no título. Em vez de DÂO gargalhadas. Saiu SÂO gargalhadas. Espero que me entendam.   Divulgação Opa, beleza?! Mal aí pela demora. Uns negócios chatos para resolver durante a semana. Cansa. Deixei para escrever agora. Machos Alfa. Então, assisti a uns dois meses. Eu sei, já deve ter visto, espero que sim, e lido/escutado muito sobre essa série espanhola da Netflix. Relutei muito em falar sobre. Talvez será tipo chover no molhado. Mas, depois de muito pensar, vai assim mesmo. Já que é blog, pode ser pessoal, né. Impressão minha. Sim, também concordo que a produção criada pelos irmãos Alberto Caballero e Laura Caballero e lançada no fim de 2022 é muito boa. Quando assisti, foi uma baita válvula de escape. Para quem não viu, evite ser levado ou levada pelo nome. Comentei com umas mulheres e elas me olharam torto, acho que imaginaram ser obra, sei lá, patriarcal. Muito, mas muito longe disso, a comédia que narra em dez episódios, as trapalhadas e...

É preciso levar a sério para que voltem, no máximo, a só matar aulas

  Opa, beleza?! Acho que o título ficou meio tenso, se virou um gatilho, perdão. Pode dar zero. Semana pesada para quem, de alguma forma, tem algum tipo de envolvimento com escolas. Só em 2022 e 2023, o número de ataques em escolas no Brasil já supera o total registrado nos 20 anos anteriores, segundo pesquisadores. Não pode ser mera coincidência o fato de, uns anos para cá, o discurso agressivo-bélico ter contribuído para a escalada das tragédias. Tem uma matéria da BBC News Brasil sobre isso, e tá interessante. Olha, recomendo a você buscar informações de especialistas sobre o assunto. Por aqui, do meu lado, empírico misturado com um quê de emocional, a missão é sempre tentar acessar fontes confiáveis e sempre fugir de explicações simplórias. Como “é falta de de educação em casa”, o autor de ataques como este “já tinha tendência, era problemático, mesmo”. Por mais doloroso de escutar, do que sucessões de opiniões pré-concebidas, soa menos pior o “o que está acontecendo com esse p...

Demorei para ler. Valeu e pena. Antifa é manual para seguirmos em alerta

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E aí, beleza?! As coisas andam cada vez mais instantâneas nesse mundo de hoje, né?! Olha, na contramão, por vários motivos – todos provocados por este que escreve, sem desculpas - só terminei de ler Anfita – O Manual Antifacista, da editora Autonomia Literária. O processo foi lento. Para começar, lembro que soube da existência do livro de Mark Brady – lançado nos EUA em 2017 - pelo podcast Chutando a Escada. Em novembro de 2019! Pois, é. Até fiz um post na época – ainda no antigo Blog do Kishô (aliás, volte e meia penso em retornar ao nome de outrora) sobre o episódio em que os caras entrevistaram o professor Acácio Augusto (Unifesp). Ainda hoje, um dos melhores episódios do Chutando, e olha que tem uma pá e segue bem bacana o trabalho dos caras. Quem passa por aqui volte e meia sabe que curto as entrevistas feitas principalmente pelos professores Filipe Mendonça e Geraldo Zahran. Na época, comentei com um amigo, o Lúcio, também conhecido como Géla. Daí, em março de 2020 ele me descolo...

Não se preocupe, ele não irá longe a pé. É uma dica

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  Joaquin Phoenix em Don't Worry, He Won't Get Far on Foot  Opa, beleza?! Por aqui, na mesma. Isso está longe de ser bom… Bora lá. A dica de hoje é meio confuso no título em português para o Brasil. Na Amazon Prime, assisti como Não Se Preocupe Ele Não Irá Longe a Pé. Daí alguns textos sobre o filme lançado por aqui de 2018 para 2019 o titulam como A Pé Ele Não Vai Longe. Enfim… Na real, eu tropecei nele nestas férias. E, gostei. É dirigido por Gus Van Sant, olha a coincidência, o diretor de entre outras coisas, do Drugstore Cowboy. Que, inspirou o nome deste humilde bloguinho. O filme é baseado na vida de John Callahan. Falecido em 2010, aos 59 anos, foi um cartunista famoso, além de se aventurar também como artista e músico. No longa de quase duas horas, Callahan é interpretado por Joaquin Phoenix. Como um Coringa, o nascido em Porto Rico mandou muito bem, e confirma sua versatilidade. Cada vez mais um baita ator. Volto ao filme. Callahan, um cara irônico, de Portland, ...

Pode até tirar as crianças da sala para ver Mignonnes. Depois, vá cuidar delas

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  E aí, beleza?! Voltei. Das férias. Valeu para curtir a filhota. Nesse período meu filho foi aprovado na Universidade. É Federal. Puta orgulho. Feliz por ele. Bora ao que interessa. A dica da vez. Faz mais de ano, tinha salvo na minha lista da Netflix, esse filme: Mignonnes (Cuties). Mais por fora do que tudo, essa semana que fui dar uma googleada rápida. Meu, do pouco que vi, só aumentou a minha predileção pelo longa francês de 2020 dirigido pela jovem diretora Maïmouna Doucouré, 38 anos, nascida em Paris. No Brasil, parece que o nome do longa saiu como Lindinhas.  Olha, depois que assisti a produção premiada no Sundance Festival, indiquei para uma amiga. A Claudinha já é mãe, avó, assim como eu, tem gente da família com a mesma idade das personagens do filme: 11, 12 anos, por aí. Queria que ela visse para ter uma outra visão. Ela disse mais ou menos assim: “Vi o filme! Gostei muito! A cena final me emocionou! Aí tem a hipersexualização das adolescentes através da dança, ser...

Novamente, o esporte tem de parar de se achar um mundo à parte

  E aí, beleza?! Que o esporte tem a competitividade como um dos seus alicerces, todo mundo sabe. Que leva a imagem de fazer um bem à saúde, idem. Vide o clássico “mente sã em corpo são”. Que contribui para a sociedade ao fazer quem pratica saiba aceitar e compreender que a derrota faz parte da vida, também. Que em seu ideal carrega a bandeira do espírito olímpico, na qual o respeito entre os povos, às diferentes culturas, ao incentivo, ao intercâmbio entre pessoas de lugares distantes, certeza. Tudo muito bem, tudo muito bom. Só que não. O lado ruim do esporte tem de ser discutido, combatido, e, se for o caso, haver punição. Faz parte de viver em sociedade. Sei, parece um chavão, um crônico repeat. Porém, enquanto não haver evolução em questões como violência, racismo, homofobia, entre outras mazelas, é necessária a cobrança, a vigilância. No caso do Wallace, multicampeão no vôlei, por que o corporativismo? Ou a falta dele, a depender do ponto de vista? A falta de posicionamento d...