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O voto de confiança na urna eletrônica é inegociável

  Opa, beleza?! Fala a real, a vontade de ficar alheio à uma pá de coisas é grande. “O povo hoje em dia aprendeu a perecer. A apatia é grande. E a crise é geral”. Trecho da música Crise Geral , do Ratos de Porão, de 1987. Taí, boa pedida para um próximo post. Trinta e cinco anos, e segue atual. Do jeito que deu, curti as férias do filhão e da filhona. Mas, acabou. Obrigado aí pela compreensão dessas duas semanas. Bora lá, cair de novo nesse mundão osso. Faltam menos de dois meses para as bolhas estourarem. Dois de outubro de 22. No momento, ou melhor, desde 2018 pelo menos, muitos temem até pelo direito de fazer valer o seu voto. Defender o indefensável argumento de que o voto pode ser fraudado é demais. No fundo, um gatilho para levar à frente a ideia de impedir a eleição. E, se tiver, melar o resultado se não for do agrado de quem hoje bate o pé e faz beicinho tal qual criança mimada. Óbvio, políticos que apoiam essas teorias da conspiração contra a tecnologia das urnas ou tem um...

Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

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  Sabe, mudar de opinião – também conhecido como dar o braço a torcer - é difícil. A gente adquire uns pré-conceitos e/ou umas ideias brotadas a partir do que conversamos ou lemos ou vimos. Sentimos. Em tempos de bolhas, então, a coisa “eu estou certo e você não entende de nada” acelera. Vai ter sempre pelo menos um texto ou vídeo escondido ou nem tanto na internet para corroborar sua visão. Porém, reconhecer que as coisas não são bem assim faz parte. E, deveria fazer mais. Eis três experiências pessoais. O primeiro, que o time do Flamengo hoje não é o melhor do Brasil. Sem uns três, quatro peças-chaves, a equipe está longe de ser o que habita a mente dos especialistas que vem o elenco como “disparado, o melhor do país”. Vai ter de remar muito,corrigir muita coisa, independente do técnico. Bom, melhor passar para a próxima, rapidinho. Segundo, certa vez assisti a uma produção sobre minimalismo. É de 2017, se não me engano. E, achei superinteressante. Gente que carreg...

Sei, tá osso. Porém, votar é preciso

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Você sabia que as primeiras votações no Brasil foram ainda na época colonial, em 1532? E, para presidente, foi só perto dos anos 1900? E, que no começo, só podia votar homens e que tinham uma grana considerável? E, que a mulher só ganhou direito de votar em 1932? Salto para os dias de hoje e viu o que aconteceu nos Estados Unidos? Acho que valeu muito a pena as campanhas de incentivo à votação por lá. Aprendeu e/ou se arrependeu quem deixou de votar em 2016. Sei, o cenário não é lá animador. Tem a COVID, a crença muitas vezes indefensável de que “todo político é igual”, e todas aquelas expressões lugares comum que habitam no imaginário coletivo brasileiro. Porém, votar é preciso. Muito. Se não tem nada aí que o agrade, vote no que ache menos pior. Ou vai de branco ou nulo, sei lá, para protestar. Seja para prefeito ou para vereador. Ah, e o direito de se arrepender também. Depois, fique de olho em quem foi eleito, mesmo que não seja o candidato no qual você apertou o Confi...