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Sentimento de pertencimento é do bem. Mas, tá mal

Nesta quinta-feira, acordei e sei lá porquê resolvi assistir alguma coisa enquanto aprumava o café, antes de ir para o trampo. Talvez coisas que se faz quando se está só. Daí que deparei com o Mundial de Esportes Aquáticos e sua maratona de 25 km em seus finalmente. Sabia do Mundial, desconhecia a prova de tamanho percurso feito no braço. A soteropolitana – poderia usar brasileira, baiana, mas é que soteropolitana (o) soa tão legal, diferente - Ana Marcela Cunha ganhou no limite. Já publiquei em minhas redes o quanto eu achei bacana a entrevista (se tiver sem paciência o trecho a qual refiro é a partir do minuto 9:20) da agora pentacampeã mundial dada do baita repórter Marcelo Courrege – parece saber todos os idiomas na ponta da língua. Isso é das coisas que me conforta gostar tanto de esporte. Quando se aprende mais do que a modalidade, o título. Coisas para levar contigo, em sua vida. O fato dela lembrar de uma pá de gente em seus agradecimentos. Desde o piscineiro até porteiro, “nã...

O importante é competir. Será?

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  E aí, beleza?! Você acreditaria se dissesse que, teve um cara que passou mal, teve até de ser transferido de hospital militar para um particular (que fase anda o pessoal de farda, hein), e lá ficou por uns dias. Eis que, olha só, depois de menos de uma semana já estava de boa, vendo jogo dentro de um estádio de futebo l , em Brasília. Recuperação rápida, né?! Nem dá para crer. Ah, o papo é sobre esporte. Começou a Olimpíada. Que legal. Daqui a pouco entro no clima. Acho que os primeiros jogos olímpicos que lembro de acompanhar foi Los Angeles, 1984. Joaquim Cruz, seleção de vôlei, e tal. Antes, claro, teve a imagem do ursinho Misha , a chorar no encerramento de Moscou 1980. Mas, da edição da então União Soviética eu tinha uns três anos. Dentro da redação, foi Sydney 2000, nunca estive in loco. Quem sabe em 2024. Tóquio 2020, que vai ser em 2021. Antes da chegada da Covid, até nutria um desejo de ir lá cobrir. Tenho uma relação gigante com o país do sol nascente. Digamos que está ...

Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

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  Sabe, mudar de opinião – também conhecido como dar o braço a torcer - é difícil. A gente adquire uns pré-conceitos e/ou umas ideias brotadas a partir do que conversamos ou lemos ou vimos. Sentimos. Em tempos de bolhas, então, a coisa “eu estou certo e você não entende de nada” acelera. Vai ter sempre pelo menos um texto ou vídeo escondido ou nem tanto na internet para corroborar sua visão. Porém, reconhecer que as coisas não são bem assim faz parte. E, deveria fazer mais. Eis três experiências pessoais. O primeiro, que o time do Flamengo hoje não é o melhor do Brasil. Sem uns três, quatro peças-chaves, a equipe está longe de ser o que habita a mente dos especialistas que vem o elenco como “disparado, o melhor do país”. Vai ter de remar muito,corrigir muita coisa, independente do técnico. Bom, melhor passar para a próxima, rapidinho. Segundo, certa vez assisti a uma produção sobre minimalismo. É de 2017, se não me engano. E, achei superinteressante. Gente que carreg...

Robinho no Santos, 'mordaça' no vôlei de praia, seleção na TV pública... Pra frente Brasil-il-il-il

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* Atualizada às 19h de sexta-feira (16) devido ao caso Robinho   Robinho no Santos, ‘pito’ na Carol Solberg no vôlei de praia, seleção na TV Brasil. Um extrato do que aconteceu no esporte tupiniquim em menos de uma semana. Que doidêra. A começar pelo mais escabroso. Robinho não é suspeito, gente. Até o momento, ele foi condenado pela Justiça italiana. A primeira instância de lá, é um pouco diferente daqui. Tem júri popular entre outras coisas. Vai que ele é inocente...Só que, hoje, não. Por lo menos seria uma de esperar esgotar todos os recursos da defesa do jogador (aliás, nem dentro de campo apresenta boa fase), para trazer ele de volta do Santos. De Pelé, das Sereias da Vila, onde também brilhou Marta. Se tiver interesse, pesquise até chegar ao depoimento da mulher de origem albanesa sobre a violência sofrida ocorrida em 2017. Estupro. Coletivo. Acrescido de zombaria dos homens. Tem de ser muito “macho” para achar a oportuna a contratação do jogador de 36 anos. (Após m...