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É Mujica, cada Fusca tem o dono que merece

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  Na última terça-feira, dia 20, o político mais gente boa da América Latina - quiçá da Terra redonda – dos pelo menos últimos dez anos saiu da cena. Aos 85 anos, José Alberto Mujica, ou só Pepe Mujica, renunciou ao seu mandato de senador do Uruguai. Acho que não preciso falar muito da obra do tiozinho em questão. Né?! Nem estou a falar que foi um político perfeito. Agora, que uma pessoa da sua sapiência, simplicidade, e humildade daria um perfeito político por estas bandas...sei lá se deixariam também. Vai voltar para sua vida de boa, cuidar da saúde. Por conta de uma doença imunológica crônica, e que pode ser agravada pela Covid-19. "Eu amo a política e não queria ir, mas amo ainda mais a vida”. Em tempos de eleição, e negação de um lado, de outro, sobre qualquer assunto, um cara ( ou o “cara”) falar isso sobre política traz uma brisa de esperança quase utópica. Conseguiu ganhar fama internacional mesmo ao irradiar suas ideias por meio de um país cuja população não...

Robinho no Santos, 'mordaça' no vôlei de praia, seleção na TV pública... Pra frente Brasil-il-il-il

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* Atualizada às 19h de sexta-feira (16) devido ao caso Robinho   Robinho no Santos, ‘pito’ na Carol Solberg no vôlei de praia, seleção na TV Brasil. Um extrato do que aconteceu no esporte tupiniquim em menos de uma semana. Que doidêra. A começar pelo mais escabroso. Robinho não é suspeito, gente. Até o momento, ele foi condenado pela Justiça italiana. A primeira instância de lá, é um pouco diferente daqui. Tem júri popular entre outras coisas. Vai que ele é inocente...Só que, hoje, não. Por lo menos seria uma de esperar esgotar todos os recursos da defesa do jogador (aliás, nem dentro de campo apresenta boa fase), para trazer ele de volta do Santos. De Pelé, das Sereias da Vila, onde também brilhou Marta. Se tiver interesse, pesquise até chegar ao depoimento da mulher de origem albanesa sobre a violência sofrida ocorrida em 2017. Estupro. Coletivo. Acrescido de zombaria dos homens. Tem de ser muito “macho” para achar a oportuna a contratação do jogador de 36 anos. (Após m...

Quinze anos sem a Dama da Viola. Helena Meirece muito mais

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  No dia 28 deste mês, setembro, serão 15 anos da Dama da Viola. Helena Pereira da Silva Meirelles. Não queria deixar passar em branco. No começo dos anos 2000, quando repórter no Campo Grande News, essa mulher nascida em 13 de agosto de 1924 – leonina, pelo menos tenho algo em comum – era uma fonte para mim. Literalmente. De humildade, de bom humor, sabedoria. Do tipo, meu, olha só o que ela já passou e tá aqui no telefone, sem mágoa, sem estrelismo. Muito massa. Uma pena que eu não tenho nos meus arquivos, busquei na internet e também sem sucesso, o texto da época.  Em que ao se despedir, do outro lado da linha, a artista comparada a nomes como Robert Johnson, reconhecida muito além da fazendas Mato Grosso do Sul afora, do interior paulista, cobra, brava, como ela mesmo se definia: “Vai com Deus, meu filho. Que ele te proteja e sempre te dê saúde”.  Se bobear, ela dizia isso para todos quando se despedia. Pode ser, que bom. Para eu, especial. De lá para cá,...

Hoje, os Mamonas Assassinas tirariam de letra? Ou teriam as letras (a)tiradas?

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  Cara, lembro quando fui ao show do Mamonas Assassinas, aqui em Campo Grande. Era 1995. Um monte de pai e mãe com a criançada. Eu? Me senti um marmanjo com minhas 17 ou 18 primaveras, não lembro direito. Ginásio lotado, havia até uma faixa que separava os “jovens” das famílias. Dinho na linha de frente da banda que tinha bons instrumentistas. Samuel Reoli, no baixo, Sérgio Reoli, na bateria, Júlio Rasec, teclado, e Bento Hinoto na guitarra. O álbum que fez esse grupo de Guarulhos-SP entrar para história ao vender pelo menos três milhões do álbum homônimo completou 25 anos neste dois mil e vinte e lá vai pandemia. Daí, nesse gancho de um quarto de século, resolvi relembrar as músicas. Principalmente as letras. Aí é que o bicho pega. Antes, comentário aleatório: e pensar que a EMI foi a mesma gravadora de uns caras tipo Pink Floyd, Jimmy Hendrix. Doideira, né?! Eram outros tempos, com certeza. Se você escutar o Vira-Vira atentamente, vai se perguntar porquê cargas da ...

Lives or let die (?)

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  Tudo porã* por aí? Bem Emmanuel Marinho... chegou a ver a live Mbae Porã, que rolou sexta passada (7). Feito muito na raça, teve umas partes bem bacanas, com Bro MC’s, dizem que a apresentação do Falange da Rima também foi da hora e tal. Vou deixar o link lá no fim se tiver a fim de dar uma olhada. Essa introdução bem cara de pau é só para dizer que nessa pandemia estamos em ritmo de (lá vem trocadilho infame) lives or let die – saca? Aquela música do Paul McCartney? Ow, gostei bastante da live do Milton Nascimento, da Elza Soares, do Skank acústico – aliás Samuel Rosa e cia daqui a pouco entram no Guiness Book com tanto show on line. A primeira que vi nesta quarentena foi da Delinha. Dia 1º de maio, parece que foi faz tempo. Mesmo com os depoimentos de gente meio nada a ver - mas “necessário” - foi emocionante. O link da parada também no fim do texto. Tiveram umas lives mais ou menos também. A do Erasmo Carlos foi complicada, não me parece muito bem de saúde. Do Skank no Minei...