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A aparofobia vai ganhar espaço. Para o bem e para o mal.

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E aí, beleza?! A-po-ro-fo-bia. Em meu limitado vocabulário, esta palavra entrou há pouco. O ideal é que ela entrasse apenas a título de conhecimento. Ou, melhor era nem ter a necessidade de sua criação. De sobremaneira deixaria dicionário algum menos rico. Tropecei no termo Aporofobia por meio de uma live do Christian Dunker, com Júlio Lancelotti. Aliás, tem gente boa que sonha com o padre porreta entre os indicados ao Nobel.  Olha só, o que o jornalista (dos melhores) Jamil Chade escreveu em “Carta ao Nobel: conceda o prêmio da Paz ao padre Júlio Lancellotti. O link é  https://noticias.uol.com.br/ colunas/jamil-chade/2022/06/ 26/carta-ao-nobel-conceda-o- premio-da-paz-ao-padre-julio- lancellotti.htm Na live O desprezo pelo Pobre, rolou um papo legal entre os dois com foco sobretudo na Aparofobia. Se você também chegou agora, significa basicamente o ódio aos indigentes, a aversão aos desfavorecidos, aos pobres. O termo tem origem espanhola, e foi cunhado pela escritora e filós...

Um sonho, ver o ultraprocessado se tornar naturalmente ultrapassado

E aí, beleza?! Que geral se alimenta cada vez pior de um tempo para cá está longe de ser novidade. Confesso, alimentação saudável em meu dia a dia anda distante de ser o ideal. Aos poucos, tento melhorar. O tal do macarrão instantâneo, o famoso lamén ou miojo, é um produto que faz meses extinto em meu lar. Trocar um rango que fica prontinho rapidão dá trabalho. Mas, depois, compensa. Sei, é um dos poucos exemplos. É pouquíssimo, mas a intenção é melhorar. Mesmo a passos muito vagarosos. Difícil resistir à propaganda, a praticidade, aquele refri, um salgadinho de isopor, um recheadinho, aquele congelado de mercado. E, pior, o preço cada vez mais baixo do que um suco natural de verdade, uma fruta, uns ingredientes para fazer uma massa bacana. Este “problema” em minha dieta hoje é luxo – e olha que nem sei se faço mais parte da dita classe média tradicional. Simplesmente porque milhões passam fome, outros ganham pouquíssimo, e, o jeito é apelar para os ultraprocessados.  Basicamente, ...

Falar só da eleição do ano que vem não mata a fome de agora

  E aí, beleza?! Já sabe em quem vai votar? Tudo bem, tem dez meses ainda, nem esquenta. É sério, a eleição está marcada para 2 de outubro. Imagine se esse assunto realmente está na mesa de, sei lá, 30 milhões de brasileiros que sobrevivem com até um salário mínimo. Deve ser o supérfluo do supérfluo na cesta básica das necessidades dos pobres e, nem entra, na listinha dos paupérrimos. Na minha bolha, dia sim, dia não, esse assunto de quem vai disputar a presidência – cargo vago desde 2019, convenhamos – aparece. Confesso, leio, vejo e escuto várias opiniões sobre o assunto. In ou felizmente, desfruto desse privilégio. Agora a onda é emplacar uma terceira, quarta, quinta via. Parece menos interessar o estado dessa via, e mais se ela favorece o trânsito de quem tem muita grana e manda nesse país. Esta semana, parei um pouco para refletir, sobre o diz que me diz dos pré e candidatos mais em voga no noticiário. Sabe, deu um desânimo. Talvez eu esteja bastante exigente ou com uma impre...