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A Filha Perdida é para qualquer uma, mas não para qualquer um

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  A Filha Perdida é um filme muito bom. É que não vou ter o mesmo olhar de uma mulher ao assistir este longa de Maggie Gyllenhaal, ótima atriz que dá seus primeiros passos (e que passos!) na direção. Isso me incomoda, não é a mesma coisa. Se você já viu, deve ter entendido, né?! Aliás, Olivia Colman detona mais uma vez. Não vi The Crown, mas assisti A Favorita. E. na boa, ela salva o filme de 2019, tanto que ganhou o Oscar de Melhor Atriz, e ofuscou Emma Stone e Rachel Weisz. De novo, a britânica está na briga pela estatueta . A Filha Perdida, para quem está meio por fora, trata-se de uma professora de meia idade (Leda interpretada por Olivia Colman) que vai tirar umas férias em uma ilha grega, daquelas bem feias, só que não. Porém, como às vezes acontece, chega um pessoal animadão até demais e acaba com o sossego dela. Acaba de tantas formas que, se fosse só pela algazarra seria menos mal. Nesta famíla do barulho tem a Nina, uma mãe que tem uma filhinha bem espoleta. Nina em ques...

Escuta, garoto, Moxie é muito bom. De ver e de ouvir

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  E aí, beleza?! Falar a real, fiquei meio off nesta semana. Sei lá, muita coisa, trampo, imposto de renda, covid para lá, para cá, demais para a cabeça. Já viu alguma coisa daquelas sessões da CPI? Tem uns certos tipos de senadores tóxicos demais. Uma negação. Tenho uma filhota. Não puxou este que escreve. Ainda bem. É esperta, teimosa e às vezes mala. Como qualquer criança/pré-adolescente/ adolescente/coisas semelhantes. Surpreende muito. Vai dar trabalho… que bom! Me pego a pensar nisso invariavelmente. Ela curtiu muito ver Anne com E, é fã da Millie Bobby Brown, e por aí vai. Massa, né. Agora estamos no meio da minissérie O Gambito da Rainha. Certeza, que a mais animada para ver, entre eu e a patroa, é a “criança”. Essa enrolação toda minha é para falar de outro filme. Moxie! Tá lá na Netflix. Confesso, achei que seria mais um lance de e para adolescentes. Panfletário, talvez. Uma pá de clichê e tal. Pode ser que seja tudo isso. Entretanto, tem mais coisa lá. Basicamente o long...

Para Marinete Pinheiro, Dia da Mulher é mais que carinho, manifesto

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  Difícil é sair do lugar do comum quando se quer falar sobre estas datas. A responsa é grande. O legal de ter um blog é sair da zona de conforto. Difícil é evitar os clichês, sei lá se fui bem sucedido. Em todo caso, gostei bastante de falar e, depois de ler o que a Marinete Pinheiro respondeu sobre o Dia da Mulher. Sete questões que trataram do (mundo) audiovisual e, algumas coisas mais. “ A mulher que representa o MS é aquela que traz na sua vontade de ser o amor por este lugar”, falou a cineasta. De quebra, ela indicou cinco filmes com elas no comando. Atenção: se quiser, pode pular a Introdução estilo camarada e sinceridade constrangedora e ir para o que interessa. Introdução A dica foi do Marcelo Rezende, que sempre dá uma força. Uma hora, temos de trocar ideia novamente e registrar aqui, na farmacinha. “Tem a Marinete, ela fez uns documentários, gente boa, é coordenadora do MIS (Museu da Imagem e do Som de Campo Grande-MS)”, falou o amigo. Beleza, manda o co...