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Baita aula sobre Genocídio Indígena no Brasil, e muito mais

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  E aí, beleza?! Você já deve saber que escuto alguns podcasts, no momento, a lista tem dez para ser mais exato. Alguns mais, outros com menos frequência, confesso que muitas vezes vou pela embalagem. O título pesa muito. Independente, se segue em minha lista, é porque gosto. Óbvio, né. De tempos em tempos rola umas substituições. Numa dessas, fazia um tempão que não escutava o Chutando a Escada . Aliás, recomendo bastantão, de verdade. E, olha, dei o play neste Genocídio Indígena no Brasil. Foi ao ar no último dia 29. O papo foi com o professor doutor de Direitos Humanos e Direito Constitucional da Universidade Mackenzie-SP, Flávio de Leão Bastos Pereira . Baita episódio, sobre Genocídio Indígena no Brasil. Mas, a dica é de um episódio? Sim, tem mais de uma hora de conversa com o pessoal do Chutando, neste caso o Filipe Mendonça e a Caroline Pavese . O equivalente a duração de um longa-metragem. A conversa de longa duração me comoveu. Sério. De várias maneiras. Desde, nossa, como...

Liderança feminina em favelas de Campo Grande parece amor de mãe. Já viu?

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E aí, como não estão as coisas? Sei, talvez você seja daqueles ou daquelas para quem o Dia das Mães é somente mais uma uma data meramente comercial. Para vender. Pode ser... Se der eu compro. Nem que seja uma lembrança para lembrar de quem, no meu caso, está sempre presente. Minha véia e a patroa, mãe dos nossos filhos. Se o Brasil tá osso, com massacre, genocídio, vacina em falta, cloroquina de sobra... Imagine para quem é mãe. Lidera. Na dica de hoje, a estética é um detalhe. O conteúdo é e sempre tem de ser o mais importante. Questão de classe. Literalmente. Atrasado sou um pouco sim e muitas vezes não me encaixo. Diferente da Marly, da Paula, da Gisele, e da Graciele. Mães e mulheres fortes. São quatro episódios - o último saiu esta semana - que estão lá no canal da Central Única das Favelas MS, a Cufa MS. Sobre lideranças femininas nas favelas de Campo Grande. Ops, comunidade que é para “ficar mais bonito” para as autoridades, corrige com certo tom de ironia a Graciele, da Co...