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Fica a dica, Meu Funeral está longe de ser um velório

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  Hoje, vou tentar ser rápido e direto. Difícil... É que vou sair de férias do trampo em que ganho o meu pão. Por aqui, depois de 130 receitas, não acertei o remédio para ao menos ganhar uns trocos. Dá nada, não, agradeço você pela companhia de sempre. Acho que eu é quem teria de pagar para o pessoal ler. Essa conversa mole à parte, a dica da vez é Meu Funeral. Trocadilho só se tiver no título do post, beleza?! Então, tropecei nesse trio carioca quando escutei um episódio do podcast Chutando a Escada   . Aliás, disse isso em outras oportunidades, é bem bacana para quem curte relações internacionais, política externa, temas sociais, gente com conteúdo, e boas músicas. Daí que durante um destes episódios,  puseram o som desse trio carioca. Curti na hora. A música era Acabou, Você Não É Mais presidente Uma pesquisa rápida e vi que Lucas (Voz), Dan (Baixo), e Pepe (Guitarra) já são notícia faz ao menos um par de anos. Tá lá no site deles, Rock para Quem Curte Pop – Pop para...

De uma hora para outra, cinco músicas sobre saudade

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  E aí, beleza?! Geralmente reservo este espaço, ora sim, ora não, para dar alguma dica de qualquer coisa que acho valer a pena. Tem vez que não rola. Essa é uma. Esse fim de semana completa um ano da morte de um conhecido. Amigão. Sinto falta. Nem imaginava quanto. Saudade. Nessa toada mega sentimental, vou deixar por aqui cinco canções que me veio à cabeça nesta sexta-feira, 20 de janeiro. Depois vieram mais… Nem, já é mais do que suficiente Em comum,trata-se sobre esta palavra que, momento clichê pacas, só existe na língua portuguesa. Saudade de muita coisa. De várias formas. Idades. Níveis. Ás vezes, lembranças alegres. Em muitas, nem tanto. Várias, somente memórias. Para curtir do jeito que quiser. Do modo que achar melhor. Em tempo, nem sei se todas realmente tratam disso ou eu que interpretei errado. É que eu achei que… qualquer coisa, foi mal. Pensei também em algumas em inglês, na verdade só uma. Só que, se já patino no idioma que habita as dependências internas e externas...

Baco Exu do Blues, garantia explícita de amor e outros sentimentos

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  - Sinto Tanta Raiva... Eu sinto tanta raiva que amar parece errado Ter auto estima sendo como eu se tornou pecado Exu Do Blues é vilão, um jovem inconsequente surtado - Dois amores Dói, dói, dói, dói, dói Um amor faz sofrer, dois amor faz chorar - Cigana Na palma da minha mão Ela me mostrou meu caminho E me deu sua proteção Hoje me sinto feliz -20 ligações Sua vida tá um tédio vem comigo Cê sabe que te amo enquanto te fodo e te xingo Gostoso e carinhoso, não namore Ninguém antes de lembrar o meu gosto - Mulheres Grandes Diz que eu sou lindo mas, parece mentira Diz que é minha mas parece mentira Eu fujo do que me procura, bê Sirenes serenatas, essa grandeza é demais pra mim - Samba in Paris Baby, o mundo é perigoso, mas nós é mais ainda Incontroláveis e selvagens, nós mandamos na vida Ela quebra a garrafa sempre que eu entro em briga O mundo contra nós, ainda tenho umas feridas - Sei partir Não me prometa se não vai cumprir Se for só uma noite, tudo bem Eu não sou frágil, mas eu s...

Manifesto atrasado minha saudade por Chico Science

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  Opa, e aí, beleza?! São nesses dias que mais sinto falta de boa gente boa. Chico Science foi um destes. O movimento Manguebeat (ou Manguebit, whatever), faz 30 anos. Conheci este asssoprão na cultura brasileira que surgiu lá em Recife um pouco depois. Deste modo, me senti desconfortável em falar sobre o Manguebeat propriamente dito, que tem em sua pedra fundamental o manifesto escrito por Fred Zero Quatro, da (outra grande) banda Mundo Livre S/A. Se quiser saber mais sobre o texto redigido em 92 clica aí  http://www.recife.pe.gov.br/ chicoscience/textos_ manifesto1.html Daí que, atrasado, me toquei que a morte de Francisco de Assis França completou 25 anos em 2022. Para ser mais exato, um dois de fevereiro. Se você chegou agora, sem problemas. O olindense Francisco de Assis França é o glorioso Chico Science. Meu, foi amor à primeira audição quando escutei Monólogo Ao Pé do Ouvido, que abre o álbum Da Lama ao Caos, de 1994. Ela começa assim: “Modernizar o passado É uma evoluç...

Nada como um Dia após o Outro Dia chegará aos 20 anos Vivão e Vivendo

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  Olha, 2002 foi um ano emocionante. Aconteceu muita coisa. Em vários campos. Até então, “Nada Como um Dia após o Outro Dia” era uma expressão com vários significados. Entre eles, uma deixa para a fatídica resposta/complemento, “e uma noite no meio”. Daí veio um do melhores álbuns da música brasileira de todos os tempos e carimbou a frase para sempre na história da música, do Brasil. Outubro de 2002.  Mano Brown, Edi Rock, Ice Blue, e KL Jay enfim encerraram cinco anos de “silêncio” desde o Sobrevivendo no Inferno, de 1997. Este tão ou mais fundamental, rende uma discussão bacana e sem estresse. Desde a capa estilosa, até a ousadia, o chegar chegando deste trabalho de 21 faixas – o terceiro álbum de estúdio do grupo - quase duas horas de som, letras, diálogos, crônicas da periferia urbana brasileira, prensadas em dois volumes. Como se fosse um recado, mostrar que o rap nacional alcançara um patamar que ninguém vai tirar. Na época, o CD duplo dos caras vivia no modo repeat no f...

A Música Segundo Tom Jobim merece várias notas, mas a base é uma só

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  Olha, se você me conhece, sabe que estou longe de ser bambambam quando trata-se de MPB e Bossa Nova. Aliás, esta semana Elis Regina faria 77 anos. Só uma lembrança para não sair do tom. Tenho a sorte de conhecer gente que manja bem mais do que eu. Sei lá se é a idade, oportunidade, ou a cabeça dura a amolecer, ou tudo isso junto e mais um pouco, de uns anos para cá tenho tropeçado em muitas coisas desse pessoal que trata (va?) a língua portuguesa e a música brasileira com bastante carinho e usava a insensatez só quando soava bem aos ouvidos. A Música Segundo Tom Jobim. Para variar, só assisti agora, há uma semana mais ou menos, e resolvi lembrar por aqui com a desculpa de que o documentário foi lançado há dez anos, em 2012. O documentário foi dirigido por Dora Jobim e por Nelson Pereira dos Santos. Esse mesmo, o do primoroso Vidas Secas (1963) entre outras produções de peso. O documentário sobre o Maestro foi um dos últimos trabalhos deste paulistano falecido em 2018. Ele também ...