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Novamente, o esporte tem de parar de se achar um mundo à parte

  E aí, beleza?! Que o esporte tem a competitividade como um dos seus alicerces, todo mundo sabe. Que leva a imagem de fazer um bem à saúde, idem. Vide o clássico “mente sã em corpo são”. Que contribui para a sociedade ao fazer quem pratica saiba aceitar e compreender que a derrota faz parte da vida, também. Que em seu ideal carrega a bandeira do espírito olímpico, na qual o respeito entre os povos, às diferentes culturas, ao incentivo, ao intercâmbio entre pessoas de lugares distantes, certeza. Tudo muito bem, tudo muito bom. Só que não. O lado ruim do esporte tem de ser discutido, combatido, e, se for o caso, haver punição. Faz parte de viver em sociedade. Sei, parece um chavão, um crônico repeat. Porém, enquanto não haver evolução em questões como violência, racismo, homofobia, entre outras mazelas, é necessária a cobrança, a vigilância. No caso do Wallace, multicampeão no vôlei, por que o corporativismo? Ou a falta dele, a depender do ponto de vista? A falta de posicionamento d...

CBF se mostra contra o racismo no futebol. Hoje, é difícil dar um crédito

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  Opa, e aí, beleza?! Presta atenção nessa sua babaquice. Pois, como eu já disse, racismo é burrice. Na verdade, o começo aí não é meu – me falta capacidade, óbvio. É da música Lavagem Cerebral – ouve aí no YouTube  https://youtu.be/YtzkDf_bcjI  do Gabriel O Pensador, de 1993. Aliás, foi o primeiro álbum dele e, pode ser que soe um pouco datado, mas segue muito interessante. Talvez o gatilho para essa música vir à minha cabeça foi o garboso evento promovido pela CBF, nesta semana com o didático nome de Seminário de Combate ao Racismo e à Violência no Futebol. Meu ceticismo fez eu dar pouca importância. O evento lá no Rio de Janeiro contou com bastante gente de peso. Não discutirei o quanto pesa. Até Gilberto Gil participou da bagaça. Minha desconfiança é com a CBF e o modo que o futebol é encarado no país. Em 2021, foram registrados 158 casos de discriminação. Desses,124 só no esporte mais popular do Brasil. Mais da metade (64), só de Racismo. Os demais, tão graves quanto...

Wake Me Up When September Ends

E aí, beleza?! Então, o título do post é, sim, o nome de uma música do Green Day . Para quem não conhece, é uma banda da Califórnia, eu jurava que eram australianos, que começou no meio da década de 80, e começou a estourar de vez nos anos 90. Já foram punk rock, depois emo, hoje em dia eles devem estar pouco se lixando com os rótulos. Sinceramente, nem achei que eles estariam na ativa até hoje. Bom, Wake Me Up When September Ends foi gravada em 2004, e faz parte do álbum lançado no ano seguinte, que tem o sugestivo nome American Idiot. Me peguei a pensar nesta faixa propriamente porque logo no começo, Billie Joe Armstrong canta assim: The innocent can never last, Wake me up when September ends. Ou, na tradução Vagalume , significa: O inocente nunca sobrevive, Me acorde quando setembro acabar. Sabe, esta é uma sensação bem forte que me acomete nestes dias. Poderia pular ao menos os primeiros dez dias. Os sete, vai. Só para não gerar uma falsa harmonia, uma falsa independência. Vou fala...

Sugestão clima fim de ano: Descasque a Boneca Russa

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  Quem já viu pelo menos uma temporada ou uns dois três episódios de Orange is The New Black, sabe do que a voz rouca/inconfundível de Natasha Lyonne é capaz. Mexe com os sentimentos que vão desde o sarcasmo até a incompreensão. Foi ela que me fez pacientemente assistir a conta-gotas Boneca Russa, ou Russian Doll. Da Netflix, dizem que terá mais uma temporada, mas sei lá se precisa. É bem bacana que a preocupação é cagarem tudo com continuação. Óbvio, se tiver, assistirei. Esta nova-iorquina de 41 anos também é uma das responsáveis pela criação da Boneca Russa. Basicamente, o lance do filme é que ela morre uma vez. E, no capítulo seguinte, morre de novo. E, outra vez e por aí vai. Sempre volta ao mesmo banheiro em que rola sua festa de aniversário. Daí ela tenta não morrer. E você pensa que a graça da história está nisso. Previsivelmente um gato e rato para driblar a morte. São oito episódios, pá pum. Natasha, no papel de Nadia, segura bem a série. Que conta mais tarde...