Novamente, o esporte tem de parar de se achar um mundo à parte
E aí, beleza?! Que o esporte tem a competitividade como um dos seus alicerces, todo mundo sabe. Que leva a imagem de fazer um bem à saúde, idem. Vide o clássico “mente sã em corpo são”. Que contribui para a sociedade ao fazer quem pratica saiba aceitar e compreender que a derrota faz parte da vida, também. Que em seu ideal carrega a bandeira do espírito olímpico, na qual o respeito entre os povos, às diferentes culturas, ao incentivo, ao intercâmbio entre pessoas de lugares distantes, certeza. Tudo muito bem, tudo muito bom. Só que não. O lado ruim do esporte tem de ser discutido, combatido, e, se for o caso, haver punição. Faz parte de viver em sociedade. Sei, parece um chavão, um crônico repeat. Porém, enquanto não haver evolução em questões como violência, racismo, homofobia, entre outras mazelas, é necessária a cobrança, a vigilância. No caso do Wallace, multicampeão no vôlei, por que o corporativismo? Ou a falta dele, a depender do ponto de vista? A falta de posicionamento d...