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Sair de sua bolha é deixar a zona de conforto?

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  Um dia desses não sei se em uma live, ou entrevista, ou nos dois, uma pessoa defendeu que geral tem de sair de suas bolhas de gente que pensa como tu e escutar o que os de fora têm para dizer. Sem discussão não há conversa, entendeu? Na mesma semana, em outro lugar, captei mais ou menos o mesmo pensamento. Essa polarização, esse “quem não pensa como eu é ignorante”, vai fazer o mundo acabar de definhar. Ou dividir de vez o planeta. Quem sabe, deixá-la plana? Encanei um pouco com isso. De como por e/ou sem perceber ficamos intolerante. Sem essa de “ah, sou de boa porquê não adoto discurso de ódio, etc’. Na real, chega uma hora que a depender do que fulano postou nas redes sociais você já torce o nariz. Sinceramente, acho que o Dilema Social aliado a entrevista do padre Júlio Lancelotti , e outras cositas más, me deixou ressabiado. É difícil reconhecer que, ás vezes, você adota meio que sutilmente atitudes que condena. Faz duas semanas que adotei uma dica e desative...

Para começar, desative as notificações

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Cara, desta vez, começo do fim. Eu acho. Geralmente, encerro com umas dicas para desopilar e tal. Ou, não? Que Dilema...Social. Eu tinha visto chamadinha da Netflix quando entrava no aplicativo. Mas, nem dei muita bola. Daí que a newsletter Homework, do André Forastieri, deu a letra. “Você já viu ‘O Dilema Social’? Está lá explícito, em 4K no Netflix, o nível de manipulação a que somos todos submetidos pelos gigantes digitais. E não é teoria da conspiração: são os próprios executivos e engenheiros que criaram o botão de Like do Facebook, o algoritmo do YouTube e companhia entregando o jogo ― e preocupados com os Frankensteins que criaram. Assista, espalhe, mude seu comportamento. A primeiríssima coisa (e isso é particularmente fundamental para sua produtividade, e portanto para seu futuro profissional): desligue as notificações do celular. Elas são vício, desperdício, crack.” E calhou de eu estar sem nada urgente para fazer naquela hora e, bora lá ver esse negócio. The S...

Lives or let die (?)

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  Tudo porã* por aí? Bem Emmanuel Marinho... chegou a ver a live Mbae Porã, que rolou sexta passada (7). Feito muito na raça, teve umas partes bem bacanas, com Bro MC’s, dizem que a apresentação do Falange da Rima também foi da hora e tal. Vou deixar o link lá no fim se tiver a fim de dar uma olhada. Essa introdução bem cara de pau é só para dizer que nessa pandemia estamos em ritmo de (lá vem trocadilho infame) lives or let die – saca? Aquela música do Paul McCartney? Ow, gostei bastante da live do Milton Nascimento, da Elza Soares, do Skank acústico – aliás Samuel Rosa e cia daqui a pouco entram no Guiness Book com tanto show on line. A primeira que vi nesta quarentena foi da Delinha. Dia 1º de maio, parece que foi faz tempo. Mesmo com os depoimentos de gente meio nada a ver - mas “necessário” - foi emocionante. O link da parada também no fim do texto. Tiveram umas lives mais ou menos também. A do Erasmo Carlos foi complicada, não me parece muito bem de saúde. Do Skank no Minei...