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Parece que a educação no Brasil vive de castigo

Eis que chegamos nas férias escolares do meio do ano. As primeiras para valer depois do fim das principais medidas para frear o máximo possível a Covid. Embora, muitos fizeram questão de fazer o mínimo. Criançada, jovens, e afins têm de se divertir da melhor forma possível. Carpe diem. Já para mães, pais, educadores e quem se importa com o ensino no Brasil, as coisas estão longe do agradável. Ou, aceitável. Saiu na BBC Brasil , que nossa gloriosa nação desperdiça 40% do talento das crianças. Vale muito a pena ler. Encare como uma necessária lição de casa. É visível o quanto a pandemia ajudou a detonar o ensino,sobretudo de quem é pobre. Embora, por a culpa somente no vírus é coisa de ex-aluno preguiçoso que, aliás, já disse que ler não é muito a dele. Com exceção de uns poucos, geral sabe que estudar é uma coisa que se leva para a vida. Ninguém tira de você o conhecimento adquirido. Entretanto, é preciso sempre elevar o sarrafo. Aprender mais e melhor. De preferência, com incentivos de...

Baita aula sobre Genocídio Indígena no Brasil, e muito mais

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  E aí, beleza?! Você já deve saber que escuto alguns podcasts, no momento, a lista tem dez para ser mais exato. Alguns mais, outros com menos frequência, confesso que muitas vezes vou pela embalagem. O título pesa muito. Independente, se segue em minha lista, é porque gosto. Óbvio, né. De tempos em tempos rola umas substituições. Numa dessas, fazia um tempão que não escutava o Chutando a Escada . Aliás, recomendo bastantão, de verdade. E, olha, dei o play neste Genocídio Indígena no Brasil. Foi ao ar no último dia 29. O papo foi com o professor doutor de Direitos Humanos e Direito Constitucional da Universidade Mackenzie-SP, Flávio de Leão Bastos Pereira . Baita episódio, sobre Genocídio Indígena no Brasil. Mas, a dica é de um episódio? Sim, tem mais de uma hora de conversa com o pessoal do Chutando, neste caso o Filipe Mendonça e a Caroline Pavese . O equivalente a duração de um longa-metragem. A conversa de longa duração me comoveu. Sério. De várias maneiras. Desde, nossa, como...

De COVID Brasil, desde o último Dia de Finados, 447 mil ficaram na lembrança

  E aí, tudo bem? Diferente do ano passado, o Dia de Finados promete cemitérios bem mais cheios país adentro. Seja pelo relaxamento das regras de combate ao COVID, muito por conta do avanço da vacina, seja pelas mais ou menos 447 mil vítimas da pandemia no Brasil desde 2 de novembro de 2020. Há cerca de um ano, a contagem era de “apenas”160, 7 mil. E, olha que, também naquela época, o cenário era de queda na média móvel de óbitos, com uns 400 CPFs cancelados por dia. Calma, repito, longe de querer instalar o caos. Porém, siga com os cuidados por você e pelos outros. Sabe, não tive nenhum parente próximo detonado pela pandemia. Isto não me impede, nem pode, de compadecer pelos outros que não tiveram a mesma sorte. Se a vacina viesse antes, se medidas mais duras fossem tomadas antes, se cloroquina e companhia fossem combatidas para valer, milhares das 607 mil pessoas que no dia 2 de novembro serão lembradas, estariam por aqui. Sim, você, ele, geral já ouviu isso. De repente, nem impo...

O importante é competir. Será?

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  E aí, beleza?! Você acreditaria se dissesse que, teve um cara que passou mal, teve até de ser transferido de hospital militar para um particular (que fase anda o pessoal de farda, hein), e lá ficou por uns dias. Eis que, olha só, depois de menos de uma semana já estava de boa, vendo jogo dentro de um estádio de futebo l , em Brasília. Recuperação rápida, né?! Nem dá para crer. Ah, o papo é sobre esporte. Começou a Olimpíada. Que legal. Daqui a pouco entro no clima. Acho que os primeiros jogos olímpicos que lembro de acompanhar foi Los Angeles, 1984. Joaquim Cruz, seleção de vôlei, e tal. Antes, claro, teve a imagem do ursinho Misha , a chorar no encerramento de Moscou 1980. Mas, da edição da então União Soviética eu tinha uns três anos. Dentro da redação, foi Sydney 2000, nunca estive in loco. Quem sabe em 2024. Tóquio 2020, que vai ser em 2021. Antes da chegada da Covid, até nutria um desejo de ir lá cobrir. Tenho uma relação gigante com o país do sol nascente. Digamos que está ...

Só para não passar batido

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I – Na boa, quando escutar alguém dizer que foi vacinado “graças a deus”, devolve gentilmente um: e a ciência também. II – Quatro milhões de mortos pela COVID até agora, pelo menos uns 500 mil só no Brasil. De cada 100 vidas perdidas no mundo, pode-se dizer que treze são só em um país, talquei?! Só perde (ainda) para a nação que foi “governada” por Trump. E pensar que o globo todo tem umas 200 nações. III – Quando criança, ouvia os mais velhos justificarem apoiar tal político com um tal, “ele rouba, mas faz”. Achava estranho. Hoje, o cara rouba, mas não faz, e os velhos de antes e os de agora deixam quieto. IV – Sejamos sinceros, terceiro ano com militares a intervirem em coisas de civis. Uma experiência que não deu certo e faz muito mal para a saúde. V – Militares no governo estão empenhados a conseguir algo até então inimaginável: acabar com a reputação da categoria de servidor público perante às “pessoas de bem”. VI- Sobre a privatização dos Correios: aqui tem entrega. Até quando dá...

Se eu ganhasse um dólar por cada trocadilho…

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E aí, beleza?! Indo… para onde, difícil dizer. Ou, aceitar. No fone, Quincy Jones. Literalmente, música para meus ouvidos. Ah se eu ganhasse um dólar por cada frase que receito. Vai, pelo menos por cada trocadilho. Tinha de bolar um esquema para ganhar desse jeito. De repente, uma corrupçãozinha para comprar vacina. Opa, se bobear, já fizeram isso.  Assunto federa l . Sabe, viver está difícil por aqui. Enquanto vejo a deprimente cena de um chefe de Estado na carroceria de uma caminhonete.  Sem máscara . Com um sorriso não sei do quê, vai ver que ainda não sumiram nem 1 milhão de vidas brasileiras por causa de uma “gripezinha”. Vírus pegando e tiozinho se esbalda em inaugurar projeto para a saúde? Não. Verba para pesquisa anti-COVID? Tampouco. Visitar pessoas em situação de crise humanitária nesse inverno de rachar que foi a semana? Sonho. Na ótica dele, “que cobertor o quê?, é tudo va-ga-bun-do.” E o Lázaro que ostentava estrelado? Foi-se. Uma triste e mórbida cortina de fumaç...

Expedição Felicidade, ou pode chamar de expectativa e realidade

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  E aí, beleza?! Indo, né?! Cara, hoje tou a fim não de falar sobre COVID e companhia federal. Esse desgoverno, que de bobo não tem nada, e auto-convencido do direito de fazer o que quiser. Inclusive tirar máscara de criança em lugar cheio de gente . Os adultos (ir)responsáveis acham graça. Da desgraça. Já ouviu falar de Expedition Happiness. Ou Destino > Felicidade? Certamente. Caso contrário, dê uma chance. Assisti faz um tempinho, acho que mês passado. Sugestão da patroa. Dali em diante o documentário de 2017 volte e meia entra na minha cabeça. A receita para amenizar deve ser escrever por aqui. Vimos lá na Netflix. Em pouco mais de uma hora e meia, Felix Starck e Selima Taibi estrelam e documentam sua viagem. O casal alemão, e o seu cachorro, resolvem meter o pé na estrada a partir do Alasca. A ideia é percorrer as américas até chegar estas bandas, Argentina, quem sabe. No começo, imaginei aquele basicão destas produções. O começo com eles a esquadrinharem a aventura, a empo...

A bola do Brasil anda murcha, murcha

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E aí, beleza?! Mais ou menos, né?!  E, quando acha que não tem como piorar, o dono da bola consegue fazer, novamente, o país passar vergonha. Não temos um dia de sossego. Copa América. Fala a real, você nem sabia que ia ter isso. Ou, nem lembrava. Agora, deve puxar da memória algum conhecido que sofre ou sofreu com a pandemia. Se a Argentina não quis, os colombianos tão pouco – certo, por outros motivos – qual o benefício para o “país do futebol” nesta altura do campeonato? Parece que não poderá ter público no estádio, assim, parte turística vai lucrar o quê? No campo da economia, a perspectiva é de um zero a zero contra nós. Compensa o risco? Maior bola fora. Dizem que é para desviar a atenção do pessoal. Isso aí, pare de se preocupar com CPI, privatização, preço da gasosa, alimento caro, corte bilionário da verba na educação, “Eu banco a Copa América”. Ué? e eu que achava que futebol deste tamanho era coisa privada… Sei lá, detonaram o governo que trouxe a Copa do Mundo, a Olimpí...

Parece que mentir virou o melhor remédio

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E daí, beleza?! Eu? Vou bem, o mundo está uma maravilha. Mentira. Às vezes, a gente tá meio mal, só que por educação, ou para encerrar a conversa, ou para mostrar que estamos felizes igual postar coisa na rede, diz que tá de boa. Quem nunca, né? Pensei nesse negócio de faltar com a verdade por causa da CPI. Sim, alguns senadores exageram, aquele ar de arrogante e de donos da verdade não ajudam em nada, empatia zero. Bom, alertarem para isso. Porém, se para cada mentira, general tivesse de pagar dez flexões como castigo, tiozinho ia ficar bombadão. Tem ex-secretário de Comunicação que parece ser simpatizante do Ministro da Propaganda da Alemanha Nazista e adota na maior cara de madeira contrabandeada o “Uma Mentira Repetida Mil Vezes Torna-se Verdade”. Um ex-chanceler que faz e fez o Brasil passar vergonha de verdade ao propagar ideias estapafúrdias e, depois, dizer que não foi bem assim. Complicado, para dizer o mínimo. Coitado do Pinóquio, tema de nove entre dez memes, gifs, etc. Olha...

Liderança feminina em favelas de Campo Grande parece amor de mãe. Já viu?

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E aí, como não estão as coisas? Sei, talvez você seja daqueles ou daquelas para quem o Dia das Mães é somente mais uma uma data meramente comercial. Para vender. Pode ser... Se der eu compro. Nem que seja uma lembrança para lembrar de quem, no meu caso, está sempre presente. Minha véia e a patroa, mãe dos nossos filhos. Se o Brasil tá osso, com massacre, genocídio, vacina em falta, cloroquina de sobra... Imagine para quem é mãe. Lidera. Na dica de hoje, a estética é um detalhe. O conteúdo é e sempre tem de ser o mais importante. Questão de classe. Literalmente. Atrasado sou um pouco sim e muitas vezes não me encaixo. Diferente da Marly, da Paula, da Gisele, e da Graciele. Mães e mulheres fortes. São quatro episódios - o último saiu esta semana - que estão lá no canal da Central Única das Favelas MS, a Cufa MS. Sobre lideranças femininas nas favelas de Campo Grande. Ops, comunidade que é para “ficar mais bonito” para as autoridades, corrige com certo tom de ironia a Graciele, da Co...