E lá se vão 32 anos do álbum que antecedeu a trilogia icônica do Sepultura

E aí, beleza?!

Momento post aleatório da vez


Olha, ia ser o trecho final do post da semana passada. Daí empolguei e aproveitei na cara dura para virar outra receita, ou dica, como preferir.


No fone de ouvido, o petardo do Sepultura, de 1989, Beneath the Remains (tem no YouTube Music, Spotify, Deezer). Max, Igor, Paulo, e Andreas no álbum que antecedeu a trilogia, os icônicos Arise, que fez 30 anos agora em 2021, Chaos AD, 1993, e Roots, último com o Max no vocal, lançado há 25 anos.


O Beneath foi lançado originalmente com nove músicas e é assim que lembro dele. Todas as faixas são muito muito boas. Um prenúncio do que viria principalmente nos dois álbuns seguintes e catapultariam a banda ao nível das maiores do metal. Desde a música que dá nome ao disco, até Slaves of Pain, Primitive Future, Sarcastic Existence, e Mass Hypnosis. Esta sempre lembro de quando eles tocaram no Rock In Rio, em 91, eu tinha em uma fita VHS.


A gravação tava meio tosca, até porque organização do Festival tratou com um certo desdém esses brasileiros, que anos depois virariam referência no metal mundial. Mesmo assim, inesquecível, assistir aquela galera gritar Mass Hypnosis! Mass Hypnosis! ao som da bateria do Igor, e naquele sol de rachar a cuca do Lobão, que fazia no Maracanã. Depois, o quarteto que começou lá em Belo Horizonte emendou com Troops of Doom...vixe, arrepia só de lembrar.

Acho que você sabe, mas, se não, Troops of Doom talvez foi o primeiro “hit” da banda. É lá do Morbid Visions, de 1986, e ainda não era o Kisser na guitarra, e sim o Jairo. Caraca, 35 anos… Tempo hein.



Do álbum, minha favorita, e certeza, de muita gente, é Inner Self. O começo dessa música é coisa séria na cabeça de um moleque metido a ser headbanger no começo dos anos 90:


Walking these dirty streets

Andando nessas ruas sujas


With hate in my mind

Com ódio em minha mente


Feeling the scorn of the world

Sentindo o desprezo do mundo


I won't follow rules

Não seguirei suas regras


Blame and lies, contradictions arise

Culpa e mentiras, as contradições crescem


Blame and lies, contradictions arise

Culpa e mentiras, as contradições crescem 


Obs: A tradução peguei lá do Vagalume



Ano passado, parece que o Beneath ganhou uma versão de luxo, CD Duplo com gravações de estúdio e apresentações em shows. Não escutei, se você já, depois me fale o que achou.


E, é isso, poderia dar uma de tiozão e falar por uma pá de horas sobre esses primeiros discos do Sepultura – depois do Against, já com o Derrick, confesso que dei uma parada. 
Tem também o show, acho que o penúltimo com o Max Cavalera na banda, em São Paulo, acho que era 1996, turnê do Roots. Sai daqui de Campão só para ver ao vivo e voltar. Quem sabe outra hora rola contar a história. 


Fico por aqui, valeu pela companhia. Qualquer coisa, comente, ou me dá um toque por aí, no twitter ou linkedin, ou e-mail, cujo endereço é o mesmo se você quiser dar uma força e ajudar o blog. 



Hora de passar o chapéu


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Pode ser a quantia que acha que valeu o post, de boa. 
Tipo, não tenho como oferecer muita coisa em troca, só de repente citar ou te marcar nas redes e tal. Mais para frente, talvez, role algo.


Qualquer coisa, nem esquenta, fica gelo. Ah, e 


Abraço, cuide-se sempre.

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